Glossário

  • PALHAÇO
    Termo genérico. O termo tem origem no italiano paglia, pano que servia de forro para colchões e que os palhaços utilizavam para confeccionar suas roupas. O termo surgiu a partir da metade do século XIX para identificar o artista que pinta o rosto, tem nariz vermelho, usa chapéu, se veste com roupas coloridas, usa sapatos enormes e faz graças para divertir o público. é uma das figuras mais queridas do circo e sua atuação funciona como eixo do espetáculo. O termo palhaço entrou para o vocabulário do circo brasileiro como tradução de clown e toni, as duas figuras opostas que se complementam no picadeiro; excêntrico; augusto.
  • PALOMBAR
    Costurar e arrematar a lona.
  • PANO DE CIRCO
    Antigamente, a lona do circo.
  • PANO DE RODA

    Faixa de lona ou plástico que rodeia e veda toda a volta do circo; empanado de roda.

  • PANTOMIMA AQUÁTICA
  • PARADA DE CABEÇA

    Posição acrobática em que o artista sustenta o corpo de cabeça para baixo, apoiado na cabeça.

  • PARADA DE MÃO

    Posição acrobática em que o artista sustenta o corpo apoiado pelas mãos.

  • PARADISTA

    Acrobata que faz parada de mão.

  • PARÓDIA
    Imitação de obra teatral ou musical.
  • PARODISTA
    Artista que faz paródias.
  • PARTNER
    Parceira graciosa que acompanha e auxilia o artista durante a execução de seu número.
  • PASSEIO AÉREO

    Número em que o artista caminha de cabeça para baixo em uma escada horizontal suspensa.

  • PATINAÇÃO

    Número de acrobacia com patins apresentado sobre tablado circular.

  • PATINADOR

    Artista que se apresenta em número de patinação.

  • PAU DE RODA
    Mastro de ferro colocado em grupo ao redor do circo para dar sustentação e apoio ao pano de roda.
  • PAVILHÃO

    Construção fixa ou desmontável com teto de zinco ou lona, palco retangular, com ou sem picadeiro e animais. Entre os anos de 1940 e 1962, os pavilhões apresentavam números de variedades e peças teatrais (chanchadas, comédias e melodramas) dos autores nacionais Paulo de Magalhães, Joracy Camargo, Pedro Bloch e Amaral Gurgel. Vários deles fizeram sucesso no passado: Simões, Simplício, François, Xororó e Arethuza; galpão; politheama.

  • PELOTICAS

    1.Termo usado pelos cronistas no final do século XIX e início do XX para se referir pejorativamente aos circos e aos espetáculos circenses. 2. Bolinha com que pelotiqueiros/malabaristas demonstravam habilidades manuais.

  • PÊNDULO

    Aparelho metálico com dois círculos vazados que é apoiado no solo e gira sobre um eixo central, oscilando conforme o movimento do artista.

  • PERCHA

    Tubo de tamanho variável com um dispositivo interno que permite ao volante fazer evoluções em uma das extremidades, enquanto é apoiado por outro artista, cuja função é a de fazer a base de sustentação e equilíbrio no solo. Antigamente, a percha era confeccionada com bambu grosso e resistente.

  • PERCHISTA

    Artista volante que realiza evoluções na percha.

  • PERNA DE PAU
    Peça de madeira ou de metal adaptável a cada uma das pernas do artista para aumentar sua estatura.
  • PETIT VOLANT
  • PICADEIRO

    Pista circular central de aproximadamente treze metros de diâmetro, para apresentação do espetáculo de circo.

  • PIROFAGIA

    Arte de engolir e cuspir fogo e de passar tochas acesas sobre o corpo sem se queimar.

  • PIROFAGISTA

    Engolidor de fogo.

  • POLITHEAMA
    Do grego poli (muitos) e theama (espetáculo), recinto onde aconteciam vários tipos de exibições: óperas, operetas, circo, dança, mágicas e números equestres. No final do século XIX e início do XX, havia vários politheamas nas principais capitais e cidades do país.
  • POMBAS AMESTRADAS

    Número em que pombinhas brancas são soltas e retornam ao ponto de onde são lançadas, geralmente ao vestido iluminado da artista que se apresenta com elas.

  • PONTO
    Profissional situado em uma abertura abaixo do palco para soprar as falas em caso de esquecimento do artista; apontador de dramas.
  • PORTÔ

    Do francês porteau, artista de constituição física mais avantajada cuja função é a de apoiar, equilibrar e impulsionar o volante em exibições aéreas e de solo; aparador; forte.

  • PRAÇA
    Terreno onde o circo é armado quando chega à cidade.
  • PRAÇA DA BANDEIRA

    Tradicional praça onde eram armados os circos no Rio de Janeiro. Desde 1982, funciona neste local a Escola Nacional de Circo.

  • PRATOS BAILARINOS
    Equilíbrio e rotação de vários pratos simultaneamente, cada um deles sobre uma haste longa; pratos dançarinos; equilíbrio de pratos.
  • PRESTIDIGITAÇÃO
    Arte de fazer aparecer e desaparecer objetos e cartas das mãos em movimentos rápidos.
  • PRESTIDIGITADOR
    Manipulador de objetos.
  • PROGRAMA

    Ordem de entrada dos números de picadeiro.

  • PROPAGANDA CIRCENSE
    Antigamente, anúncio da chegada de um circo à cidade com um palhaço montado no lombo de um burro, com o rosto voltado para o traseiro do animal.

 

Consultoria glossário: UBCI – União Brasileira de Circo Itinerante

 
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